Hospital do Servidor Público Municipal

Quinta-feira, 30 de Abril de 2026 | Horário: 16:58
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Quem é Quem apresentou a trajetória da servidora Maria Elisa de Menezes

Mensalmente um servidor é homenageado nesta coluna do Jornal do HSPM

“Muito prazer, eu sou Elisa, mãe, esposa, avó, amiga, e servidora do HSPM com muito orgulho”. Com essa introdução, apresentamos Maria Elisa de Menezes, também conhecida como Elisa, nesta edição do Quem é Quem.

Atualmente a servidora atua como Assistente Administrativa de Gestão no Núcleo Interno de Regularização (NIR) do HSPM, cargo que ocupa há 9 anos. Os restantes 20 anos foram dedicados ao Setor de Internação, sendo 5 no cargo de coordenadora.

Elisa conta que a busca por novos horizontes a fez trocar de setor, mas lembra com muito carinho do começo de sua carreira: “Foi um tempo de aprendizado e desafios, conhecia a todos e sempre tive bons relacionamentos de trabalho. Quando virei coordenadora me senti honrada, pois na época foi através de uma votação que fui indicada”.

“Sempre gostei muito de lidar com gente e tudo que estivesse relacionado a atendimento, cursos, aprendizados eu estava lá”, conta a servidora. Inclusive, recentemente Elisa concluiu a formação em Gestão Pública pela Universidade Cidade de São Paulo (UNICID), o que ajuda no seu trabalho cotidiano.

No dia a dia, Elisa e a equipe regulam as vagas dentro do hospital e também as transferências dos pacientes de outros hospitais para o HSPM, além de usarem constantemente o Sistema Informatizado de Regulação do Estado de São Paulo (SIRESP) para a regulação de exames.

Uma história que marcou a carreira de Elisa no HSPM foi quando ela, quase 27 anos atrás e ainda na Gerência Técnica de Atendimento, viu uma mãe e seu bebê chorando na frente do Pronto-Socorro Infantil (PSI) logo após receber alta. A servidora levou os dois de volta ao PSI e esperou a enfermeira trazer notícias. Era fome. A mãe, sem se alimentar direito, também não conseguia alimentar o filho.

Trouxeram uma refeição para mãe e leite para o bebê. “Naquele dia sentei no guichê e chorei como nunca, reuni uns trocados e dei para a paciente. Sai com o coração aos prantos, mas também com a dignidade renovada em poder ter feito o mínimo possível”, diz Elisa.

Para ela, é isso que significa ser servidora do HSPM, “é ter a responsabilidade de mostrar que o nosso hospital é um lugar de cuidado com amor, empatia e respeito, que quem bate a nossa porta deve ter o melhor de nós”.

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